04 novembro 2014

RESENHA: CARTAS DE AMOR AOS MORTOS


Sinopse
“Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop… apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky. Mas Laurel não pode escapar de seu passado. Só quando ela escrever a verdade sobre o que se passou com ela e com a irmã é que poderá aceitar o que aconteceu e perdoar May e a si mesma. E só quando enxergar a irmã como realmente era — encantadora e incrível, mas imperfeita como qualquer um — é que poderá seguir em frente e descobrir seu próprio caminho.” 


Confesso que fiquei duas semanas pensando se deveria comprar este livro, primeiro porque tive uma ideia errada do que se tratava a leitura e depois porque tinha outros livros na minha lista, mas um belo dia passeando pela Saraiva decidi compra-lo (estava na promoção minha gente).
A capa é muito mais linda pessoalmente e possui um leve relevo.
Sobre a ideia de o livro ser todo em cartas é sensacional e tinha tudo pra me conquistar.
No início a leitura é bem gostosinha, as cartas são curtinhas e a escrita é típica de adolescente como manda a proposta.
Ao longo das páginas o que aconteceu foi que as cartas começaram a virar longos textos esqueci diversas vezes para quem Laurel havia escrito e tive que voltar ao início das cartas para lembrar.
Outro ponto negativo é que a autora se preocupou tanto em fazer Laurel contar a história dramática de sua vida sem a May que se esqueceu de dar vida aos outros personagens, ficaram todos superficiais, e alguns se perderam ao longo da história.  
Também não consegui visualizar o Kurt Cobain entre outros lendo a carta de uma adolescente cheia de conflitos. A leitura se tornou um pouco cansativa e o que me fez continuar foi descobrir o suspense da morte de May que foi revelado um tanto tarde demais.
Como ponto positivo tem a playlist de ótimas músicas citadas ao longo das cartas.


Pra quem está começando a pegar gosto pela leitura acho que é uma ótima pedida.



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